Arquivo do mês: janeiro 2015

Não é só a água. Energia está colapsando também.

Da Exame.com

Desafiador. Foi assim que o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, definiu hoje o atual cenário do sistema energético brasileiro. Mas, diante das projeções feitas por analistas consultados por EXAME.com, é possível concluir que o governo foi, no mínimo, eufemista. Para os especialistas, se o índice de chuvas não atingir a média histórica até abril e o nível dos reservatórios das hidrelétricas não voltar a subir, o racionamento de energia pode, sim, voltar a fazer parte da rotina dos brasileiros.

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Água, Petrobrás e revisão da política energética brasileira

Da Mídia Ninja

Os jornais de hoje trazem uma boa e uma má notícia sobre o petróleo. A má notícia é que a Petrobrás planeja mudar de tamanho, diminuindo sua produção “ao mínimo necessário”, cortando investimentos e sendo mais seletiva na aquisição de novas áreas de exploração e produção.  A boa notícia é que a Petrobrás planeja mudar de tamanho, o que abre espaços importantes para se replanejar o futuro da empresa e da delirante política energética brasileira dos últimos anos.

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Aquecimento global aumenta a proliferação de mosquitos

Do Planeta Sustentável:

A medida que o clima do planeta aquece – 2014 foi o ano mais quente registrado na história desde 1880, aumenta a incidência de doenças provocadas por mosquitos. Isto porque os insetos proliferam mais em temperaturas elevadas. A conclusão está na pesquisa elaborada por cientistas da United Nations University, no Canadá, divulgada recentemente. Eles fizeram o primeiro Mapa Global de Vulnerabilidade ao Vírus da Dengue. O estudo mostra que o centro e oeste da África estarão mais propensos à expansão da doença, mas outras regiões, onde até então não havia registros de dengue, também poderão ser afetadas. É o caso de muitos países da Europa e cidades montanhosas da América do Sul.

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Itaú capta R$ 1 bi para água e energia renovável

Do Estadão:

O Itaú Unibanco fechou uma captação de cerca de R$ 1,05 bilhão para financiar projetos de energia renovável, eficiência energética, captação e tratamento de água e empreendimentos que contribuam para a redução dos impactos climáticos no Brasil. A operação conta com recursos da International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial para o desenvolvimento do setor privado, e outras três instituições internacionais: Mizuho, Bank of America Merrill Lynch e Commerzbank.

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Para os super-ricos, a saída é pelo aeroporto. De jatinho, claro.

Do Guardian:

Com a crescente desigualdade e agitação social como a de Ferguson e os diversos  Occupy ainda frescas na mente das pessoas, os super-ricos do mundo já estão se preparando para as conseqüências. Em uma sessão lotada em Davos, o ex-diretor de fundos de hedge Robert Johnson revelou que gestores deste tipo de negócio, preocupados com a situação, já estão planejando rotas de fugas:

“Sei que gestores de fundos de hedge em todo o mundo estão comprando pistas de pouso e fazendas em lugares como Nova Zelândia, porque acreditam que precisam de um refúgio”.

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E quando a água acabar?

Excelente entrevista do projeto Conta D’Água com a ambientalista Marussia Whately, dirigente do projeto Água São Paulo, do Instituto Socioambiental (ISA), e uma das principais protagonistas da Aliança pela Água, uma iniciativa reunindo 30 ONGs, visando propor soluções e cobrar providências do poder público.

“Já se esperam protestos. Em Itu, vizinho de São Paulo, até donas de casa colocaram fogo nas ruas. Aqui em São Paulo, vai haver um escalonamento de manifestações e de violência porque a água mexe com a questão da dignidade. Quantos dias nós aguentamos sem poder dar descarga?”

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Naomi Klein sobre a mudança climática: “uma crise desta proporção muda tudo”

Do The Ecologist:

Para a ensaísta e ativista Naomi Klein, o fracasso coletivo mundial de combate à mudança climática se resume a um grande problema: o choque entre o que é preciso ser feito para combater a mudança climática  e o poder corporativo fortalecido por uma ordem mundial neo-liberal triunfante. Nesta entrevista a Oliver Tickell, editor da revista The Ecologist, Klein defende que, depois de décadas de indecisão governamental, é hora de a sociedade civil se unir e construir um movimento radical pela ação climática.

Naomi Klein, ativista social, escritora e agora ativista ambiental, não é universalmente popular – mesmo entre os grandes grupos conservacionistas. Para ela, algumas das principais ‘big green” (grandes entidades ambientalistas) passaram a refletir os valores das corporações de cujo dinheiro passaram a depender – incluindo empresas que tentam fazer “greenwash”, ou seja, maquiar de verde seus negócios sujos.

Mas quando ela fez uma palestra recentemente em Oxford foi extremamente bem recebida pelo público, que se acotovelava nas galerias. A equipe do Teatro Sheldonian, o famoso salão cerimonial do século 17 da Universidade, disse que nunca tinha visto um palestrante ser recebido com tamanho arrebatamento por um público que é normalmente cínico e refratário.

Para o editor da The Ecologist, o novo livro de Naomi Klein, This Changes Everything, está repleto de histórias bem contadas, argumentos convincentes, idéias inspiradoras, provas irrefutáveis ​​- e promete ser um agente-provocador para a ação climática para os próximos anos.

Leia a reportagem completa (em inglês).

Investimento em empresas de energia alternativa prova ser bom negócio

Da The Tree:

Investir em energia limpa está cada vez mais valendo à pena e há números recentes para provar isso. Um índice do mercado de ações que exclui as empresas de combustíveis fósseis superou o índice  S&P 500 em 1,5% no ano passado. O índice, conhecido como FFIUS, é idêntico ao do S&P 500, mas foi estruturado de forma a evitar ações das maiores empresas de carvão, petróleo e gás do mundo, como a Peabody Energy, ExxonMobil e ConocoPhillips.

Com os preços do petróleo caindo, os principais analistas advertem que as empresas de combustíveis fósseis são um investimento de risco a longo prazo. Com isso, fica mais forte o argumento de que é melhor ivestir no mercado livre de neergias fósseis. O desempenho do FFIUS também mostra que os fundos de pensão e fundações universitárias podem se beneficiar o se juntar ao enorme e ainda crescente movimento de “desinvestimento”, que visa desencorajar o investimento em ações de empresas de combustíveis fósseis que estão contribuindo para as mudanças climáticas.

Leia o texto completo (em inglês).

“Herois do Clima” – o cartunista Caco Galhardo lança gibi sobre mudanças climáticas

Do Planeta Sustentável:

O festejado cartunista Caco Galhardo assina este sensacional gibi. Ele conta, com ficção e ótimo humor, a história da ciência do clima. Explica como descobrimos que o planeta está esquentando, em 3 versões: português, inglês e espanhol.

Veja – e baixe – as três versões aqui.

Mudanças climáticas: ‘Relógio do Apocalipse’ é adiantado para 23h57m e humanidade fica mais perto da extinção

Do Globo:

O “Relógio do Apocalipse” foi adiantado em dois minutos nesta quinta-feira e agora marca três para a meia-noite, informou o Boletim de Cientistas Atômicos, grupo de ilustres pesquisadores que avalia a possibilidade de aniquilação da humanidade. A última vez que o relógio marcou três para a meia-noite foi em 1983, durante a Guerra Fria, quando as relações entre os EUA e a União Soviética ameaçavam o mundo com uma guerra nuclear. Agora, a principal ameaça vem do clima. Continuar lendo