Arquivo da categoria: Relatórios

Mudança climática está na cabeça dos brasileiros, que cobram mais ação do governo

Do BrasilPost:

Para a grande maioria dos brasileiros (95%), as mudanças climáticas são reais e seus impactos já estão sendo sentidos, como na crise de água e de energia. Quantidade igualmente significativa (85%) acredita que o poder público não faz nada ou faz muito pouco para enfrentar o problema. Estes são alguns dos resultados surpreendentes de uma pesquisa de opinião feita pelo Datafolha à pedido do Observatório do Clima e do Greenpeace Brasil.

Os entrevistados também vislumbram formas de resolver o problema. Entre as soluções apontadas estão a redução do desmatamento, melhorias no transporte coletivo e investimentos em energias renováveis. Mais de 80% dos brasileiros acham que essas ações inclusive trarão benefícios para a economia do país.

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Estudo indica tendência de queda no preço da geração de energia solar no Brasil e no mundo

Do Valor:

A energia solar deverá ser, em breve, a mais barata forma de se produzir energia elétrica em várias regiões do mundo. E a tendência de queda nos preços da energia solar, que é forte nos últimos anos, deverá continuar, mesmo considerando-se cenários conservadores e que não incluem inovações tecnológicas revolucionárias

Estas são duas das principais conclusões de um novo estudo sobre custos de energia solar do centro de pesquisas alemão Agora Energiewende, que trabalha com mudanças climáticas. O relatório “Current and Future Cost of Photovoltaics” estuda o custo da energia solar hoje e faz projeções para 2025 e 2050.

“Alguns analistas dizem que estamos próximos a uma ‘era solar’, mas outros acreditam no oposto: que a tendência de queda nos preços da energia solar irá acabar logo, pois esse mercado é erguido sobre muitos subsídios e que vai acabar em uma espécie de ‘bolha solar'”, diz Daniel Fuerstenwerth, diretor do projeto. “Queríamos jogar luz nesse debate e projetar o que pode acontecer no futuro.”.

Os cenários com as projeções de custo da energia solar foram desenvolvidos pela Fraunhofer ISE, o maior instituto de pesquisa em energia solar da Europa – que tem uma equipe de 1.200 pessoas.

O estudo considerou projetos de grandes usinas fotovoltaicas em diferentes países da Europa, América do Norte, África, Oriente Médio, além de Austrália, Índia, China e Brazil. Os pesquisadores levaram em conta o custo de desenvolvimento dos painéis estimando o preço de cada componente. Analisaram, também, as condições climáticas locais e o custo de capital. “Nos próximos 10 anos esperamos uma queda nos preços da energia solar produzida em grandes usinas de cerca de 30%, e de outros 30% até 2050, considerando os valores atuais”,
diz Fuerstenwerth

“A energia solar produzida hoje na Alemanha tem preços competitivos em relação à gerada por combustíveis fósseis e também em relação à eólica em terra”, diz ele. Em 2005, o preço da energia solar produzida em grandes projetos alemães era de € 0,40 por kWh. Em 2014 estas cifras caíram para € 0,09 por kWh. O preço da energia produzida em usinas eólicas onshore varia entre € 0,06 a 0,089 por kWh, e o da energia gerada em novas usinas de gás ou carvão oscila entre € 0,07 e 0,11 por kWh.

O estudo alerta, porém, que além das condições climáticas, marcos regulatórios e financeiros são fundamentais para reduzir o custo desta energia no futuro. “Quando se instala uma usina de energia solar é preciso um grande investimento no primeiro ano, mas depois é só produzir energia. Ter um marco regulatório claro e política pública firme é outro passo-chave para o êxito da fonte.

No Brasil, a pesada carga tributária tira a competitividade da fonte, diz Rodrigo Lopes Sauaia,diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). “Hoje importar os insumos para produzir energia solar no Brasil significa arcar com uma cargatributária entre 405 e 60%”, diz ele.

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Extremos climáticos devem ocorrer com mais frequência e intensidade em São Paulo

Da Fapesp:

A variação climática observada na Região Metropolitana de São Paulo nos últimos anos – caracterizada por chuvas intensas concentradas em poucos dias, espaçadas entre longos períodos secos e quentes – deve se tornar tendência ou até mesmo agravar nas próximas décadas.

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Novo acordo climático: o tamanho do problema

Da Vitae Civilis

Mais uma vez representantes de todos os países do mundo estão reunidos em Genebra para tentar avançar em um acordo que dê esperança de estabilização do clima do nosso planetinha. Um slide mostrado nesta reunião por John Christensen, diretor da UNEP, mostra o tamanho do problema que os negociadores têm que enfrentar.  Continuar lendo

Aquecimento global aumenta a proliferação de mosquitos

Do Planeta Sustentável:

A medida que o clima do planeta aquece – 2014 foi o ano mais quente registrado na história desde 1880, aumenta a incidência de doenças provocadas por mosquitos. Isto porque os insetos proliferam mais em temperaturas elevadas. A conclusão está na pesquisa elaborada por cientistas da United Nations University, no Canadá, divulgada recentemente. Eles fizeram o primeiro Mapa Global de Vulnerabilidade ao Vírus da Dengue. O estudo mostra que o centro e oeste da África estarão mais propensos à expansão da doença, mas outras regiões, onde até então não havia registros de dengue, também poderão ser afetadas. É o caso de muitos países da Europa e cidades montanhosas da América do Sul.

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2014 registra aumento significativo nos investimentos em energia renovável

Pesquisa liderada por instituto australiano mostra aumento de mais de 20% na capacidade global de geração de energia solar

(Austrália, 15/01/2015) – Em 2014 houve um aumento de mais de 20% na capacidade global de geração de energia solar, um recorde de 48 gigawatts, suficiente para abastecer 16 milhões de lares. As instalações de captação de energia eólica, por sua vez, cresceram 40% lideradas pela China e Estados Unidos. Continuar lendo